Um Roceiro, Um Balaio e Quatro Frangos

Editado em 28 de setembro de 1969  Nº. 060

Ele vinha da roça, descalço, esmulambado, chapéu esfiado, um velho balaio na esquerda e uma vara apoiada no ombro direito.

No balaio, duas dúzias de ovos. Pendurados na vara, quatro frangos, parei o carro.

– Quer uma carona compadre?

– Ói! Sim siô. ‘brigado…

– Como é? Vai vender na cidade?

– Vou, sim siô… Fazê a feira.

– Quando vale isso tudo?

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