Sinhá

editado em 21 de setembro de 1969 Nº 059

Ao ver teu retrato, sorrindo, nas paredes deste palco que idealizaste e não pudeste inaugurar, ao ver teu busto altaneiro entre os jardins que tu  plantaste e não viste florescer, não há santarritense que não sinta confranger o coração, não há ser humano que não eleve a Deus uma prece, não há amigo que não dirija ao infinito uma pergunta:

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